A Quaresma é para os cristãos um período de jejum e de restrições e sacrifícios.
É para uma boa parte dos cidadãos pensantes um período propício a exames de consciência e a programações de projectos novos, em geral de emenda e melhoria.
Portanto, seja cristão ou não, a atitude de renúncia, de correcção e de emenda, será muito oportuna neste período de crise generalizada, global, como é uso dizer-se, em que todos vivemos (crise financeira, crise económica, crise social, crise de valores, crise verdadeiramente civilizacional)
Então todos nós teremos imenso a renunciar, imenso a criticar a nós mesmos e imensos propósitos de emenda a fazer.
Porque não tentamos corrigir o nosso consumismo de coisas desnecessárias?
Porque não passamos a ter comportamentos irrepreensíveis na nossa família, no nosso emprego e na sociedade em que nos integramos?
Se somos remunerados com generosidade nos nossos lugares de chefia, porque não prescindimos de regalias especiais e até, porque não propomos baixar os nossos ordenados, o que não é caso virgem?
Trabalhadores por conta de outrem, porque não paramos de pedir aumentos?
E porque não entramos todos em projectos de apoio e de ajuda aos mais necessitados, aos pobres e marginalizados?
E porque não deixamos de criticar tudo e todos ou de pensar egoisticamente em todos os momentos decisivos da nossa vida, momentos em que devíamos ser orientados por verdadeiro espírito de solidariedade?
Cristãos e não cristãos unidos numa verdadeira cruzada para a solução da CRISE , numa mudança de maneiras de ser, numa transformação dos relacionamentos entre pessoas e instituições, unidos na construção dum novo paradigma de vida e de organização social.
E viveríamos uma verdadeira Quaresma que se saldaria na chegada duma verdadeira Páscoa, duma ressurreição do Amor, que para os cristãos seria o próprio Deus e para os descrentes seria uma Sociedade Nova
É para uma boa parte dos cidadãos pensantes um período propício a exames de consciência e a programações de projectos novos, em geral de emenda e melhoria.
Portanto, seja cristão ou não, a atitude de renúncia, de correcção e de emenda, será muito oportuna neste período de crise generalizada, global, como é uso dizer-se, em que todos vivemos (crise financeira, crise económica, crise social, crise de valores, crise verdadeiramente civilizacional)
Então todos nós teremos imenso a renunciar, imenso a criticar a nós mesmos e imensos propósitos de emenda a fazer.
Porque não tentamos corrigir o nosso consumismo de coisas desnecessárias?
Porque não passamos a ter comportamentos irrepreensíveis na nossa família, no nosso emprego e na sociedade em que nos integramos?
Se somos remunerados com generosidade nos nossos lugares de chefia, porque não prescindimos de regalias especiais e até, porque não propomos baixar os nossos ordenados, o que não é caso virgem?
Trabalhadores por conta de outrem, porque não paramos de pedir aumentos?
E porque não entramos todos em projectos de apoio e de ajuda aos mais necessitados, aos pobres e marginalizados?
E porque não deixamos de criticar tudo e todos ou de pensar egoisticamente em todos os momentos decisivos da nossa vida, momentos em que devíamos ser orientados por verdadeiro espírito de solidariedade?
Cristãos e não cristãos unidos numa verdadeira cruzada para a solução da CRISE , numa mudança de maneiras de ser, numa transformação dos relacionamentos entre pessoas e instituições, unidos na construção dum novo paradigma de vida e de organização social.
E viveríamos uma verdadeira Quaresma que se saldaria na chegada duma verdadeira Páscoa, duma ressurreição do Amor, que para os cristãos seria o próprio Deus e para os descrentes seria uma Sociedade Nova
Mário da Silva Moura
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