Nas manifestações, nas ruas de Paris, ouvia-se dizer a propósito das possíveis soluções para a crise que se vive actualmente, se não seria preferível distribuir os dinheiros públicos pelos desempregados, pelos pobres e reformados, em vez de o aplicar a "salvar" bancos e banqueiros.
Obama, hoje na moda, aplica 40% dos dinheiros para tentar resolver a tal crise nos Estados Unidos precisamente nas pessoas e não nas entidades bancárias, convencido de que assim anima o consumo, apoia a produção e deminue o sofrimento dos mais pobres.
Não será isto conforme com a doutrina social da Igreja? Não devem os cristãos lutar por este tipo de solução?
Zé Povinho
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A POBREZA
Ainda hoje ouvimos a previsão de cerca de 50 milhões de desempregados nos próximos tempos no mundo em crise e, por consequência, assistiremos inevitável a um aumento da pobreza no mundo.
Na habitual reunião que cada ano se processa em Davos, onde se reúnem os políticos e os homens que lidam e dispõem dos dinheiros do mundo – banqueiros, directores de multinacionais, grandes fortunas, etc. – estarão a discutir-se os problemas económico-financeiros da actualidade e talvez se apontem soluções para embolsar ou sustar este descalabro a que se assiste.
Mas estarão a pensar na pobreza que avassala o mundo ou apenas em como não perderem o controle deste "novelo" em que os ricos se envolveram?
E em Belém do Brasil, no chamado Fórum Social, chegarão os contestatários do capitalismo e do "sistema" a alguma hipótese duma "Nova Ordem Social"?
Recentemente o Banco Mundial havia escrito que uma em cada quatro pessoas da população mundial vivia com 85 cêntimos por dia!
Será interessante que os cristãos se pronunciem sobre estas realidades e, já que se devem preocupar com "o outro, seu irmão", entrem num debate sobre todos estes candentes problemas da pobreza.
Apenas aponto um tema para discussão
Mário Moura
Ainda hoje ouvimos a previsão de cerca de 50 milhões de desempregados nos próximos tempos no mundo em crise e, por consequência, assistiremos inevitável a um aumento da pobreza no mundo.
Na habitual reunião que cada ano se processa em Davos, onde se reúnem os políticos e os homens que lidam e dispõem dos dinheiros do mundo – banqueiros, directores de multinacionais, grandes fortunas, etc. – estarão a discutir-se os problemas económico-financeiros da actualidade e talvez se apontem soluções para embolsar ou sustar este descalabro a que se assiste.
Mas estarão a pensar na pobreza que avassala o mundo ou apenas em como não perderem o controle deste "novelo" em que os ricos se envolveram?
E em Belém do Brasil, no chamado Fórum Social, chegarão os contestatários do capitalismo e do "sistema" a alguma hipótese duma "Nova Ordem Social"?
Recentemente o Banco Mundial havia escrito que uma em cada quatro pessoas da população mundial vivia com 85 cêntimos por dia!
Será interessante que os cristãos se pronunciem sobre estas realidades e, já que se devem preocupar com "o outro, seu irmão", entrem num debate sobre todos estes candentes problemas da pobreza.
Apenas aponto um tema para discussão
Mário Moura
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