Nas manifestações, nas ruas de Paris, ouvia-se dizer a propósito das possíveis soluções para a crise que se vive actualmente, se não seria preferível distribuir os dinheiros públicos pelos desempregados, pelos pobres e reformados, em vez de o aplicar a "salvar" bancos e banqueiros.
Obama, hoje na moda, aplica 40% dos dinheiros para tentar resolver a tal crise nos Estados Unidos precisamente nas pessoas e não nas entidades bancárias, convencido de que assim anima o consumo, apoia a produção e deminue o sofrimento dos mais pobres.
Não será isto conforme com a doutrina social da Igreja? Não devem os cristãos lutar por este tipo de solução?
Zé Povinho
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
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1 comentário:
O que eu queria , e já escrevi umas três vezes sem efeito, era o seguinte:
“Verdadeiramente a actual crise não é dos bancos e de algumas empresas em dificuldades – o que se desmoronou foi o neoliberalismo, e a melhor maneira de enfrentar a crise é avançar com mudanças sociais.
Não é reduzir gastos públicos ou investimentos sociais, mas sim, é hora de os aumentar, pois melhorar a vida dos pobres vai ter um efeito macroeconómico positivo, faz a economia crescer e diminuir muito sofrimento.
E não será preciso ser cristão para aceitar isto, basta pensar nos outros e nos seus problemas, basta ser solidário e não egoísta!”
Ou não será assim?
Um cidadão empenhado
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